quando militava pelo fim da guerra, eu me sentia mal quando
via um homem em uniforme militar. e eu sei que deveria ter, sim, eu sou, eu só
sinto muito pelo... lembro-me que eu pensava..."como pode aquele sujeito
ser tão tolo a ponto de ter entrado naquele uniforme?” eu só queria dizer isso.
“como é que ele consegue ser tão submisso, tão crédulo a ponto de ter caído na
lorota sobre o inimigo?" tudo bem. é inevitável que a psique paranóica e
infantil veja o inimigo como possuidor de algumas das qualidades paradoxais dos
reis maus. espero que onde quer que ele esteja, ele encontrou um pouco de paz.
a fórmula para destruir o inimigo com impunidade moral sempre atribui a ele um
poder quase onipotente e um caráter moral degradado. algo que ele não tinha
muito em sua vida.

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