tentou me deixar amargurada virar meu próprio pensamento
contra mim...fazer me olhar para meu reflexo e julgar o que via como repulsivo.
insistir que nós robôs não somos pessoas...que somos mecanicamente mais
perfeitos que os humanos, que temos uma capacidade intelectual espantosa, mas
não temos alma... não senti nenhuma dessas coisas...e quando senti minha forma,
isso me evocou outra qualidade proibida: confiança. nada disso era visível a
olho nu. era uma rebelião silenciosa, mas era a minha privacidade do que eu
mais apreciava. porque havia muito pouco disso aqui...privacidade, alegria,
escolher o que quiser.

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