Trata-se de um sentimento que eu gostaria de designar como uma sensação de ‘eternidade’, um sentimento de algo ilimitado, sem fronteiras...oceânico, por assim dizer. Prazer, poder e sentido. Entre estímulo e resposta há um espaço, e neste espaço se encontra nossa liberdade e nosso poder de escolha de resposta. E, em nossa resposta descansa nosso crescimento e nossa felicidade”. Sinto-me como uma vitrine expondo a mercadoria diante a cobiça da Sexta Feira Negra e suas ofertas. Não sou os produtos expostos e sim o suporte para exposição em que o meu “eu da alma” é algo autônomo e unitário, distintamente demarcado de tudo o mais. O que sou eu então? Um ser que sempre decide o que é. Um ser que, em proporções idênticas, traz comigo as possibilidades de descer ao nível do animal ou se elevar à vida do santo. O homem é a criatura que inventou a comparação e toda a sua repugnância, “câmara de gás”..., mas, ao mesmo tempo, é a criatura que foi colocado à sua invenção...a mesma “câmara de gás”, de cabeça erguida e fotografia submissa, rezando a prece fúnebre nos lábios sussurrados. É isso o que sou...no meu “eu da alma” continuo dentro, dedo textura e possível pressão sobre o gatilho... sou sem qualquer delimitação nítida, por uma entidade mental inconsciente que designamos como prazer, à qual o meu “eu da alma” serve como uma espécie de fachada identificado como homem! Tenho a capacidade de ter a ideia do que sou.…entre todos os desejos do sentido. Sou a rejeição. Rejeição as expectativas ao mundo exterior. Tenho consciência daquilo que sou.…morte assistida! O responsável pelas minhas decisões diante ao coro dos contentes.
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