Tudo me foi tirado, exceto uma coisa: a minha liberdade de
escolher qual atitude em qualquer circunstância da vida. Não estou aqui para
fazer muitas questões.... A vida, tal como a encontramos, é árdua demais para
nós; proporciona-nos muitos sofrimentos, decepções e tarefas impossíveis. A fim
de suportá-la, não podemos dispensar as medidas paliativas. O meu sucesso não foi
determinado por quantas vezes eu ganhei, mas por como eu joguei na semana
seguinte à derrota. Estou escrevendo agora algo parecido com uma cartografia da
mentalidade e sobre sua legalidade...o que sinto como uma espécie de orgulho. Voltei
às minhas primeiras lembranças e reconheço que estou precisando de ajuda...não
tem sido fácil. Quando a circunstância é boa, devemos desfrutá-la; quando não é
favorável devemos transformá-la e quando não pode ser transformada, devemos
transformar a nós mesmos. As substâncias tóxicas, como a arte atividade esportiva
científica religiosa...não estão produzindo efeito...conversando comigo e
respondendo ao coro dos contentes! Tenho ouvido muito e tentado conversar sobre
tudo...exceto quando decido sobre as coisas que não desejo dizer. O que peço eu
da vida? O que desejo realizar? A resposta ao mal-estar me provoca dúvidas. Tenho
de me esforçar ao que peço da vida e desejo realizar...obter a felicidade e
assim permanecer. Ainda não posso responder muitas questões por mais fáceis que
pareçam...não sou o produto das circunstancias, e sim o produto de minhas decisões...diante
ao coro e suas muitas vozes que cantam vitória!

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